quarta-feira, 7 de setembro de 2016

DERRUBADA DAS ÁRVORES EM ARROIO CARVALHO


Matheus Feijó do Nascimento, nascido em Arroio Carvalho, filho de João Feijó do Nascimento e de Castorina Santos Carvalho, descendente de uma família numerosa, contava que quando menino assistia as derrubadas da floresta...

Tanta madeira que o espaço para plantar era reduzido ...Tinham de aproveitar somente os intervalos entre as árvores...Os agricultores tinham que limpar a terra a fogo ...  Dias e dias ficavam queimando as madeiras...Louros, cajaranas, sobragiz, canelas, angicos,baguaçús, cedros, mata-olhos, etc,etc. 

Comentava que toras tão grossas que levavam dias para derrubar e muito dificil de transpô-las quando no chão, devido a altura. Assim preparavam a terra para plantar no próximo ano...

A tapera onde minha vó nasceu ainda tem alguns esteios de pé nas terras que hoje pertencem ao Sr. denominado de Alemão Kinipel...Em cima do morro, eram fabricantes de rapaduras, açúcar mascavo e outros produtos da cana de açúcar.

Meus avós com o passar do tempo vieram aventurar a vida no Rio Do Terra, hoje Três Cachoeiras, Rs.,Posteriormente voltaram a região de Bananeiras e por fim novamente ao Rio do Terra Onde morreram e estão sepultados.
Meu pai veio a casar-se em Três Cachoeiras Com Alexandrina Schaeffer, filha do fundador de Três Cachoeiras, aqui se radicou criando sua família. Morreu aos 93 anos de idade e está sepultado no Jazigo da família no cemitério municipal...
Vários irmãos de meu pai estão sepultadas na região...Bananeiras, Dois ou três, sei que uma chamava-se Dileta e outros nos demais cemitérios da região.
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